sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Orientações para não se endividar no carnaval
Uma boa parcela da população já está se preparando para o carnaval e, geralmente, é nessa festa que todos `rasgam as fantasias' e em alguns casos estouram as contas bancárias. Mas, o que fazer? Não aproveitar? Lógico que esse não é o caminho, as pessoas devem se divertir muito, mas, estabelecendo limites financeiros e para saúde.
A saída para a ressaca não ser ainda maior na quarta-feira de cinzas é planejar os gastos com antecedência e saber exatamente quanto pode gastar durante a festa. Caso queira desfilar e ainda não comprou fantasia ou os famosos abadas, melhor pensar muito bem, pois de última hora os preços são muito mais altos, a mesma coisa valem para viagens e alugueis. Muitas vezes, por desespero de perceber que não irá fazer nada, as pessoas agem por impulso e o resultado são as dívidas.
O mundo não vai acabar depois do carnaval, assim, se você não aproveitar nesta ocasião, outras aconteceram, onde poderá se divertir sem preocupações. Mas, seguem mais algumas orientações:
1 - Tenha ciência da sua situação financeira
O primeiro passo para curtir o carnaval sem entrar no vermelho é saber em que situação financeira se encontra: endividado, equilibrado financeiramente ou investidor. Somente a partir disso é que se poderá fazer um melhor planejamento, para que o período de festa e diversão não acabe comprometendo o orça-mento dos meses seguintes.
2 - Cuidado com o cartão de crédito
O cartão de crédito é uma ótima ferramenta de compra, mas, quem vai curtir o carnaval comprando tudo no cartão de crédito, é preciso ficar atento se terá dinheiro para pagar a fatura na data do vencimento.
3 - Economize na fantasia
Se for para algum bloco, festa ou desfile, irá precisar de uma fantasia. Mas tem que comprar uma fantasia ou será que consegue uma emprestada com um amigo? Você ainda pode usar a criatividade e fazer a sua própria. Há sempre uma maneira de se economizar.
4 - Beba com mode-ração
Para muitas pessoas, a bebida faz parte da festa, no entanto, o exagero faz mal às saúdes física e financeira. Beba com moderação e aproveite o carnaval sem compro-meter o orçamento financeiro.
5 - Vai viajar?
Se for viajar, planeje-se antes, pois é natural que, com a euforia do momento, os gastos acabem sendo maiores do que o orçamento permite. Caso perceba que não será possível, veja alguma festa ou bloco de rua na sua cidade mesmo. O importante é curtir o carnaval com responsabilidade!
6 - Previna-se de problemas
Evite levar grandes quantias de dinheiro, cartões e objetos de valor, no meio da folia poderá perder ou mesmo ser furtado, assim, muito cuidado. O pouco que levar, ponha em locais seguros.
A saída para a ressaca não ser ainda maior na quarta-feira de cinzas é planejar os gastos com antecedência e saber exatamente quanto pode gastar durante a festa. Caso queira desfilar e ainda não comprou fantasia ou os famosos abadas, melhor pensar muito bem, pois de última hora os preços são muito mais altos, a mesma coisa valem para viagens e alugueis. Muitas vezes, por desespero de perceber que não irá fazer nada, as pessoas agem por impulso e o resultado são as dívidas.
O mundo não vai acabar depois do carnaval, assim, se você não aproveitar nesta ocasião, outras aconteceram, onde poderá se divertir sem preocupações. Mas, seguem mais algumas orientações:
1 - Tenha ciência da sua situação financeira
O primeiro passo para curtir o carnaval sem entrar no vermelho é saber em que situação financeira se encontra: endividado, equilibrado financeiramente ou investidor. Somente a partir disso é que se poderá fazer um melhor planejamento, para que o período de festa e diversão não acabe comprometendo o orça-mento dos meses seguintes.
2 - Cuidado com o cartão de crédito
O cartão de crédito é uma ótima ferramenta de compra, mas, quem vai curtir o carnaval comprando tudo no cartão de crédito, é preciso ficar atento se terá dinheiro para pagar a fatura na data do vencimento.
3 - Economize na fantasia
Se for para algum bloco, festa ou desfile, irá precisar de uma fantasia. Mas tem que comprar uma fantasia ou será que consegue uma emprestada com um amigo? Você ainda pode usar a criatividade e fazer a sua própria. Há sempre uma maneira de se economizar.
4 - Beba com mode-ração
Para muitas pessoas, a bebida faz parte da festa, no entanto, o exagero faz mal às saúdes física e financeira. Beba com moderação e aproveite o carnaval sem compro-meter o orçamento financeiro.
5 - Vai viajar?
Se for viajar, planeje-se antes, pois é natural que, com a euforia do momento, os gastos acabem sendo maiores do que o orçamento permite. Caso perceba que não será possível, veja alguma festa ou bloco de rua na sua cidade mesmo. O importante é curtir o carnaval com responsabilidade!
6 - Previna-se de problemas
Evite levar grandes quantias de dinheiro, cartões e objetos de valor, no meio da folia poderá perder ou mesmo ser furtado, assim, muito cuidado. O pouco que levar, ponha em locais seguros.
Diversas prefeituras da região de Ribeirão Preto cancelam ou reduzem o Carnaval, segundo a Folha de São Paulo
De acordo com publicação da Folha de São Paulo, edição do último domingo, dia 23 de fevereiro, caderno Cotidiano/Ribeirão, "Prefeituras cancelam ou reduzem o Carnaval no interior de SP".
Na reportagem de Camila Turtelli, de Ribeirão Preto "a crise financeira de algumas cidades fez prefeituras cancelarem ou reduzirem os desfiles de Carnaval no interior do Estado. Em outros municípios, escolas de samba serão trocadas por bailes".
As prefeituras de Ribeirão Preto, Sertãozinho e Bebedouro cancelaram o desfile, devido ao baixo volume de recursos em caixa.
As cidades de Franca e Piracicaba farão a festa, mas com redução da verba e da programação, diminuindo o número de escolas e dias de desfile.
Em São José dos Campos e São Vicente, ao invés de escolas de samba, serão promovidos bailes nos bairros.
Em Ribeirão Preto, este é o primeiro cancelamento do desfile desde 2006, segundo a Folha, devido a pior crise financeira do governo Dárcy Vera (PSD).
"A prefeitura chegou a prever no Orçamento um repasse ao evento de R$ 1,2 milhão, mas cancelou alegando não ter recursos. Após reuniões com escolas e blocos, concordou em repassar uma verba 55% inferior à inicial. Cinco entidades farão festas em bairros. Outros blocos independentes sairão às ruas", diz a matéria.
Em Sertãozinho, a cidade espera economizar R$ 700 mil sem o desfile. Em Bebedouro, não haverá desfile porque não há como a prefeitura bancar verba às escolas. A festa se limitará a show com bandas locais.
O mesmo ocorrerá em São José dos Campos e São Vicente. Sem os desfiles, farão matinês e bailes em bairros.
Na reportagem de Camila Turtelli, de Ribeirão Preto "a crise financeira de algumas cidades fez prefeituras cancelarem ou reduzirem os desfiles de Carnaval no interior do Estado. Em outros municípios, escolas de samba serão trocadas por bailes".
As prefeituras de Ribeirão Preto, Sertãozinho e Bebedouro cancelaram o desfile, devido ao baixo volume de recursos em caixa.
As cidades de Franca e Piracicaba farão a festa, mas com redução da verba e da programação, diminuindo o número de escolas e dias de desfile.
Em São José dos Campos e São Vicente, ao invés de escolas de samba, serão promovidos bailes nos bairros.
Em Ribeirão Preto, este é o primeiro cancelamento do desfile desde 2006, segundo a Folha, devido a pior crise financeira do governo Dárcy Vera (PSD).
"A prefeitura chegou a prever no Orçamento um repasse ao evento de R$ 1,2 milhão, mas cancelou alegando não ter recursos. Após reuniões com escolas e blocos, concordou em repassar uma verba 55% inferior à inicial. Cinco entidades farão festas em bairros. Outros blocos independentes sairão às ruas", diz a matéria.
Em Sertãozinho, a cidade espera economizar R$ 700 mil sem o desfile. Em Bebedouro, não haverá desfile porque não há como a prefeitura bancar verba às escolas. A festa se limitará a show com bandas locais.
O mesmo ocorrerá em São José dos Campos e São Vicente. Sem os desfiles, farão matinês e bailes em bairros.
Número de inscrições para o Programa de Bolsa de Estudos bate recorde este ano
Prefeitura de Morro Agudo investe também no ensino universitário
O sorteio das bolsas - que estará aberto ao público - será realizado às 09 horas da manhã, no próximo dia 09 de março, no Auditório Euclides Borges da Silva, anexo à Escola Regina Célia Ferrari Guarnieri.
No dia do sorteio será obrigatória a presença do candidato à Bolsa ou de um representante legalmente constituído através de procuração, a qual deverá ser entregue na Prefeitura até o dia 06 de março.
Fórum Mundial da Água
Brasília está na expectativa de ser nomeada para sediar, em 2018, o 8º. Fórum Mundial da Água. Nossa capital lidera a candidatura latino-americana e concorre com Copenhague, Dinamarca. Estava programado para o último 26 de fevereiro a escolha do local. O anúncio ocorreria em Daegu, Coreia do Sul, cidade do Fórum em 2015.
O evento é promovido pelo Conselho Mundial da Água, criado em 1996 e composto por mais de 50 países. O órgão, que tem sede em Marselha, na França, é presidido pelo brasileiro Benedito Braga, engenheiro e professor da USP.
Água e seus desafios
O precioso líquido que sustenta a vida merece atenção constante e atitudes sem delongas. A população segue crescendo. E, de forma lamentável, o aumento dos poluentes no ar, nas águas, nas florestas, por toda a parte, não fica atrás. Ora, a disponibilidade de água potável tem um limite, não consente desperdícios. Além disso, há outros problemas complexos a resolver. A própria Paz entre nações depende de medidas acertadas.
Segundo o dr. Benedito Braga, "o Brasil avançou muito nos últimos 10, 15 anos do ponto de vista da gestão dos recursos hídricos. Em 1997, promulgou a Lei das Águas. Em 2000, instituiu a Agência Nacional de Águas. Portanto, é um país que se destaca no cenário internacional, por ter mecanismos de gestão de água bastante modernos, eu diria sofisticados".
Naturalmente, uma extensão territorial como a nossa comporta também desafios na mesma magnitude. Por exemplo, o Brasil possui 12% da água doce do mundo. "É muita água!", exclamou o dr. Benedito Braga. Contudo, ele prossegue: "Setenta por cento dessa água está na Amazônia, onde somente 7% da população vive. Então, onde a água está, as pessoas não estão; onde as pessoas estão, a água não está". E concluiu o professor à apresentadora do programa Biosfera, Jully Anne, da Boa Vontade TV (canal 20 da SKY): "Esse é o grande problema brasileiro que hoje enfrentamos".
*José de Paiva Netto é diretor-presidente da Legião da Boa Vontade (LBV)
O evento é promovido pelo Conselho Mundial da Água, criado em 1996 e composto por mais de 50 países. O órgão, que tem sede em Marselha, na França, é presidido pelo brasileiro Benedito Braga, engenheiro e professor da USP.
Água e seus desafios
O precioso líquido que sustenta a vida merece atenção constante e atitudes sem delongas. A população segue crescendo. E, de forma lamentável, o aumento dos poluentes no ar, nas águas, nas florestas, por toda a parte, não fica atrás. Ora, a disponibilidade de água potável tem um limite, não consente desperdícios. Além disso, há outros problemas complexos a resolver. A própria Paz entre nações depende de medidas acertadas.
Segundo o dr. Benedito Braga, "o Brasil avançou muito nos últimos 10, 15 anos do ponto de vista da gestão dos recursos hídricos. Em 1997, promulgou a Lei das Águas. Em 2000, instituiu a Agência Nacional de Águas. Portanto, é um país que se destaca no cenário internacional, por ter mecanismos de gestão de água bastante modernos, eu diria sofisticados".
Naturalmente, uma extensão territorial como a nossa comporta também desafios na mesma magnitude. Por exemplo, o Brasil possui 12% da água doce do mundo. "É muita água!", exclamou o dr. Benedito Braga. Contudo, ele prossegue: "Setenta por cento dessa água está na Amazônia, onde somente 7% da população vive. Então, onde a água está, as pessoas não estão; onde as pessoas estão, a água não está". E concluiu o professor à apresentadora do programa Biosfera, Jully Anne, da Boa Vontade TV (canal 20 da SKY): "Esse é o grande problema brasileiro que hoje enfrentamos".
*José de Paiva Netto é diretor-presidente da Legião da Boa Vontade (LBV)
Corrupção política gera pobreza do país
Eduardo Azeredo, que seria o comandante do mensalão do PSDB, renunciou ao seu mandato de deputado federal. No caso Ronaldo Cunha Lima (AP 333) o STF decidiu, após a sua renúncia, remeter o caso para o primeiro grau. Na Ação Penal 396 (caso Donadon) o STF mudou de entendimento, para afirmar que a renúncia não produz o efeito de alterar a competência do Corte Suprema quando a instrução já está encerrada. Em suma: Eduardo Azeredo vai ser julgado pelo STF (caso se mantenha a mudança jurisprudencial ocorrida no caso Donadon), evitando-se dessa maneira a prescrição e a impunidade (que sempre desmoraliza a Justiça).
Os dois vergonhosos mensalões (do PSDB e do PT) nos sugere uma série de reflexões. Desde logo, por que algumas nações são pobres, corruptas e violentas (caso do Brasil), enquanto outras são ricas, prósperas e organizadas (caso da Dinamarca, Finlândia, Suécia, Canadá, Japão, Coreia do Sul, Cingapura, Áustria, Austrália, Alemanha etc.)?
O fracasso das nações não está atrelado às questões geográficas ou climáticas, religiosas ou culturais; a prosperidade ou a decadência das nações depende do bom ou mau funcionamento das suas instituições (veja Acemoglu/Robinson: 2012, p. 38 e ss.). Quais? Políticas (Estado/democracia), econômicas (modelo eco-nômico, renda per capta do trabalhador etc.), sociais (sociedade civil/incivil) e jurídicas (império da lei e do devido processo legal e proporcional). Nenhuma nação com instituições capengas tiveram prosperidade sustentável.
Os países fracassados contam com instituições políticas corruptas e venais, que se comprometem com seus projetos de poder não com os interesses da nação. Os mensalões do PSDB e do PT são apenas a ponta do iceberg (ex-pressiva, embora) da imagem degradada e depravada de todos os políticos (salvo poucas exceções). De acordo com o Ibope, para 81% dos brasileiros os políticos são corruptos ou muito corruptos. A crise de representatividade política está escancarada. A instituição política está em frangalhos, porque já não inspira confiança. Aqui reside uma das fortes causas da pobreza do Brasil.
As nações ricas e prós-peras contam com instituições políticas estáveis e fortalecidas, capazes de conduzir os seus destinos e de controlar o poder econômico. As nações pobres são governadas por instituições políticas corruptas, oportunistas e extrativistas, subordinadas ao poder econômico-financeiro, que acaba em seu benefício exclusivo dominando (via sequestro) a vida inteira da nação (empobrecida).
A Coreia do Sul era um país pobre até poucas décadas atrás. Em razão das suas decisões políticas, econômicas e educacionais acertadas, cada sul-coreano hoje ganha o triplo da renda per capta do brasileiro.
Nenhuma mudança acontecerá no Brasil enquanto o povo apoiar e eleger políticos corruptos, mensaleiros, venais, pouco comprometidos com a ética, com a honestidade e a exemplaridade.
*Luiz Flávio Gomes, 56, jurista e diretor-presidente do Instituto Avante Brasil
Os dois vergonhosos mensalões (do PSDB e do PT) nos sugere uma série de reflexões. Desde logo, por que algumas nações são pobres, corruptas e violentas (caso do Brasil), enquanto outras são ricas, prósperas e organizadas (caso da Dinamarca, Finlândia, Suécia, Canadá, Japão, Coreia do Sul, Cingapura, Áustria, Austrália, Alemanha etc.)?
O fracasso das nações não está atrelado às questões geográficas ou climáticas, religiosas ou culturais; a prosperidade ou a decadência das nações depende do bom ou mau funcionamento das suas instituições (veja Acemoglu/Robinson: 2012, p. 38 e ss.). Quais? Políticas (Estado/democracia), econômicas (modelo eco-nômico, renda per capta do trabalhador etc.), sociais (sociedade civil/incivil) e jurídicas (império da lei e do devido processo legal e proporcional). Nenhuma nação com instituições capengas tiveram prosperidade sustentável.
Os países fracassados contam com instituições políticas corruptas e venais, que se comprometem com seus projetos de poder não com os interesses da nação. Os mensalões do PSDB e do PT são apenas a ponta do iceberg (ex-pressiva, embora) da imagem degradada e depravada de todos os políticos (salvo poucas exceções). De acordo com o Ibope, para 81% dos brasileiros os políticos são corruptos ou muito corruptos. A crise de representatividade política está escancarada. A instituição política está em frangalhos, porque já não inspira confiança. Aqui reside uma das fortes causas da pobreza do Brasil.
As nações ricas e prós-peras contam com instituições políticas estáveis e fortalecidas, capazes de conduzir os seus destinos e de controlar o poder econômico. As nações pobres são governadas por instituições políticas corruptas, oportunistas e extrativistas, subordinadas ao poder econômico-financeiro, que acaba em seu benefício exclusivo dominando (via sequestro) a vida inteira da nação (empobrecida).
A Coreia do Sul era um país pobre até poucas décadas atrás. Em razão das suas decisões políticas, econômicas e educacionais acertadas, cada sul-coreano hoje ganha o triplo da renda per capta do brasileiro.
Nenhuma mudança acontecerá no Brasil enquanto o povo apoiar e eleger políticos corruptos, mensaleiros, venais, pouco comprometidos com a ética, com a honestidade e a exemplaridade.
*Luiz Flávio Gomes, 56, jurista e diretor-presidente do Instituto Avante Brasil
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Assinar:
Postagens (Atom)



