sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Secretaria de Esportes vence o Campeonato de Canindé dos Servidores Municipais

O jogo do último sábado, dia 26, no Clube da Piscina, foi uma final digna dos grandes torneios já realizados em Morro Agudo, o confronto valia o título do Campeonato Canindé dos Servidores Municipais e a duas equipes buscaram pela vitória até o último minuto. Ao final, a Secretaria de Esportes venceu a Secretaria de Cultura pelo placar de 4 x 2.
A artilharia do campeonato ficou por conta de André Freitas Jr.,  da Secretaria de Cultura com quatro gols e o goleiro menos vazado foi Igor Bruno, da Secretaria de Esportes com apenas quatro gols durante todo o torneio.
O supervisor de Esportes, Wesley Araújo agradece a cada funcionário da Prefeitura pela participação, os quais colaboraram para que nenhuma partida fosse perdida por WO; aos  atletas e a equipe que ajudou a realizar o Campeonato e ao prefeito Amauri Benedetti e à vice-prefeita Dra. Teresinha que incentivam o  esporte em Morro Agudo.

Amauri Benedetti prestigia primeira dama Lú Alckmin em inauguração em Orlândia, dia 24

O prefeito de Morro Agudo Amauri Benedetti e a presidente do Fundo Social de Solidariedade Gabriela Benedetti participaram da inauguração do 19º Polo Regional da Escola de Beleza, dia 24, em Orlândia, inaugurada pela primeira dama do Estado e presidente do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo, Maria Lúcia Alckmin.
A anfitriã prefeita Flavia Mendes,recebeu além da 1ª dama do Estado, o deputado Roberto Engler, e outras diversas autoridades da cidade e região.
O prefeito Amauri e a presidente do Fundo Social Gabriela Benedetti agradeceram à primeira dama Lú Alckmin por disponibilizar para Morro Agudo os projetos Escola da Beleza e Escola de Moda que tem por objetivo qualificar de forma rápida e eficiente os participantes do programa e em breve será implantado no município morroagudense.
O projeto é Polo Regional da Escola de Beleza é uma iniciativa do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo em parceria com os Fundos Sociais dos Municipios e entidades assistenciais da capital  com o objetivo de oferecer qualificação profissional para pessoas desempregadas, em cursos de Assistente de Cabeleireiro, Depilação e Design de Sobrancelhas, Maquiador, Manicure e Pedicure.
Até o final do ano, serão inaugurados 28 Polos Regionais da Escola de Beleza no interior e 28 na capital. Com o de Orlândia, já estão em funciona-mento 19 Polos de Beleza no interior, nas cidades de Juquiá, Registro, São Manuel, São Pedro, Santa Fé do Sul, Colina, Tupã, Tarumã, Angatuba, Pirajuí, Aparecida, Mogi das Cruzes, Mirandópolis, Dracena, Cabreúva, Taubaté, Ilhabela e Votuporanga. Na capital, já foram inaugurados dez Polos de Beleza, nas zonas oeste e sul.

Prefeito de Morro Agudo acompanha a operação tapa buracos

O prefeito de Morro Agudo, Amauri José Benedetti determinou que fosse realizada a operação tapa buracos atendendo a pedidos dos moradores. As obras tiveram inicio há  algumas semanas no  Jardim dos Silveiras, per-correu o Centro e atual-mente os funcionários estão fazendo o trabalho no Jardim Califórnia e Martins Lourenço, onde as ruas estão severamente comprometidas.
Amauri Benedetti  todas as manhãs antes  de iniciar seu expediente na Prefeitura, está percorrendo as ruas do Município para acompanhar as obras e conferir pessoalmente a situação de cada bairro.
"A operação tapa buracos também tem por objetivo oferecer  mais segurança à todos evitando danos e acidentes de transito. Em breve  vamos dar início ao recapeamento de algumas ruas, dentre elas a Uruguai, pois os moradores estão pedindo a melhoria há mais de cinco  anos", disse o prefeito Amauri Benedetti.

Drogaria Santa Emília e Rotary Club são parceiros na Campanha contra o Câncer de Mama

Em outubro comemorou-se o Mês Mundial da Luta contra o Câncer de Mama. Em Morro Agudo a Drogaria Santa Emília e o Rotary Club firmaram uma parceria na Campanha. A Drogaria Santa Emilia literalmente vestiu a camisa da campanha, durante o plantão nos dias 26 e 27.
Para estimular a detecção precoce do câncer de mama e colo de útero, a Prefeitura de Morro Agudo - através das Secretarias de Saúde e da Educação - também aderiu à campanha distribuindo folhe-tos informativos para a conscientização das mulheres com o movimento Outubro Rosa. O objetivo é chamar a atenção e sensibilizar a população para este assunto, além de orientar sobre a importância da realização do exame das mamas e da coleta de exame Papanicolau.
O Outubro Rosa é um movimento realizado em todo o mundo. O nome remete à cor do laço rosa, que simboliza mundial-mente a luta contra o câncer de mama. A campanha surgiu nos Estados Unidos em 1990. No Brasil, o movimento começou no dia 2 de outubro de 2002.
A farmacêutica e proprietária da Drogaria Santa Emília, Cristiane Rosa fala que a comemoração do Outubro Rosa traz à tona a necessidade das mulheres se prevenirem contra o câncer.
"O importante é focar este assunto durante todo o ano, já que a doença é implacável e se faz presente não só no mês de outubro. No entanto, este mês é representativo para a causa, tornando-se especial e destacado dos demais."
O presidente do Rotary Club de Morro Agudo, Gilberto Carvalho reforça que esta é uma forma de chamar a atenção das mulheres. "Queremos que as mulheres se preocupem com a doença e façam exames preventivos para prevenir. Essa deve ser uma preocupação constante, afinal o Câncer de Mama é o mais comum entre as mulheres."
O governador do Distrito 4540, do Rotary Club ao qual pertence o clube de Morro Agudo, Antonio José Sader é médico ginecologista e a campanha "Prevenção do Câncer de Colo Uterino" é um de seus projetos distritais para o anuênio 2013/2014.  "É a oportunidade  para desenvolvermos ações na área da saúde servindo à comunidade, um dos principais objetivos de Rotary", conclui o governador Sader.

2013: um ano perdido

Quem viveu os anos da década de 1970 e 1980, em que o Brasil se preparava para deixar os chamados 'anos de chumbo', pode fazer comentários a respeito das 'revoluções' e manifestações que ocorrem no Brasil de hoje. Não se trata de preciosismo, mas de conhecimento adquirido durante o passar dos anos.
Não pretendo, e não vou, fazer juízo de valor quanto ao regime militar, também conhecido por revolução. Não é possível negar que a repressão era algo latente que assolava o nosso país e as principais lideranças políticas e sindicais, que ainda despontavam naquela época, não se acovardaram perante a pressão exercida pelo Governo.
O fim do regime ditatorial era uma questão de tempo. A existência de apenas dois partidos políticos não era empecilho para que grandes manifestações fossem organizadas. A Praça da Sé, em São Paulo, e a fachada da Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro, foram transformadas em pontos de referência no que tange a transformação social e a consequente redemocratização de nosso país.
Milhares de pessoas se reuniram com um objetivo comum. Nenhum dano ao patrimônio público ou privado foi registrado. A ordem prevalecia. Discursos inflamados da classe política somavam-se a ação do sindicalismo ainda incipiente, que promovia greves e trabalhava com o intuito de mobilizar a população quanto aos anseios da época.
A geração de 1980, que viu todos esses fatos ocorrerem, é tida como perdida, aquela que não pode fazer nada em favor do outro. Mas, quando comparamos aqueles jovens aos de hoje, uma pergunta incômoda nos surge na memória: como classificar a geração dos jovens que hoje protestam por causas bem menores daquelas debatidas no passado e que transformam as ruas e avenidas das nossas cidades em verdadeiros campos de guerra, onde policiais e vândalos travestidos de manifestantes se enfrentam de forma contumaz?
Não cabe a mim debater a validade dos protestos que ocorrem nos dias atuais, afinal, não acredito que a mobilização da população tenha ocorrido pela simples redução no valor cobrado nas tarifas de transportes. Se esse pseudo-argumento fosse verdadeiro, porque os paulistanos não foram às ruas após a aprovação, pela Câmara de Vereadores da capital, do aumento no valor do IPTU?
Falta uma pauta de reivindicações clara, objetiva e, principalmente, argumentos para os 'mani-festantes' de hoje. No passado, os protestos modificaram, e entraram, para a história do país justamente pela contundência de seus argumentos e, na minha maneira de ver, talvez seja por isso que a 'força' da baderna e do quebra-quebra não precisou ser utilizada.
 As sessões de quebra-quebra promovidas na atualidade entraram para história como o lado obscuro de uma nação que não sabe pelo que clama, por quais melhorias anseia e faz com que meia dúzia de vândalos estrague a democracia conquistada à duras penas por quem sabia o que queria e o que buscava.
Enquanto não soubermos nos posicionar.... continua-remos fazendo parte de uma sociedade dividida e que não sabe buscar aquilo que pretende com argumentos.

*Vitor Sapienza é deputado estadual (PPS), ex-presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, economista e agente fiscal de rendas aposentado.

Uma boa solução

O problema do mundo não é primordialmente o pecado, mas a carência de Amor que o gera. "Deus é Amor", definiu João, Evangelista e Profeta, o Discípulo Amado do Divino Mestre, em sua Primeira Epístola, 4:16: "E conhecemos e cremos no amor que Deus tem por nós. Deus é Amor, e aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus, nele". O saudoso fundador da LBV, Alziro Zarur, que no último dia 21 de outubro completou 34 anos na Pátria da Verdade, ao comentar essa magistral definição do Criador, acrescentava: "E nada existe fora desse Amor".
No filme "Irmão Sol, Irmã Lua" (1972), de Franco Zeffirelli, há uma cena antológica: na ocasião em que recebeu, em Roma, Francisco de Assis (1181-1226), o Papa Inocêncio III (1160-1216), profundamente comovido pela presença e pelas palavras de "Il Poverello", quase que em êxtase exclamou: "Erros podem ser perdoados. Nossa obsessão com o pecado original nos faz muitas vezes esquecer nossa inocência original!".
Jesus trouxe aos povos a correta visão do Pai Celeste: Caridade, Fraternidade, Compaixão, Solidariedade e também a perfeita Justiça, porque, sem ela, vigora a impunidade, fomentadora da corrupção que estabelece o caos.
No livro "Os Mensageiros", do Espírito André Luiz, na psicografia de Francisco Cândido Xavier (1910-2002), lemos ex-plicação de Alfredo, administrador de um Posto de Socorro no Plano Espiritual, que diz: "Enquanto não imperar a lei universal do amor, é indispensável persevere o reinado da justiça".
É evidente que, quando me refiro à Justiça, não estou tratando de oportunismo nem de vingança, porquanto esses são a mais completa negação daquela. Nesse sentido, o famoso escritor e libretista italiano Pietro Metastasio (1698-1782) declarou: "Sem piedade, a justiça é crueldade. E é fraqueza a piedade sem justiça".
De minha parte, também, tantas vezes tenho ponderado que - premiar quem não merece é crime.
A mensagem do Cristo Ecumênico é eterna, mesmo quando demore a tornar-se realidade. "Passará o Céu, passará a Terra, mas as minhas palavras não passarão" (Evangelho de Jesus segundo Lucas, 21:33), pois Ele divinamente apregoa o Amor do Novo Mandamento como a definitiva solução para os males que afligem a Humanidade: "Amai-vos como Eu vos amei. Somente assim podereis ser reconhecidos como meus discípulos. Não há maior Amor do que doar a própria Vida pelos seus amigos" (Evangelho segundo João, 13:34 e 35 e 15:13).
Nesta oportunidade, a todos convido para participarem da sessão solene comemorativa do 24º aniversário do Templo da Boa Vontade, sábado, às 17 horas. Mas, por toda a semana, vem ocorrendo festividade. O TBV fica no SGAS 915, Lotes 75 e 76. Para outras informações, acesse www.tbv.com.br/24anos.

*José de Paiva Netto é diretor-presidente da Legião da Boa Vontade (LBV)

Procuram-se líderes

Até os anos sessenta, a política mundial tinha alguns nomes que sobre-punham aos demais, tanto pelo que os seus países representavam, como também por suas figuras em si, e esses líderes acabaram servindo como exemplo, em várias nações. Entre tais nomes poderíamos citar o Tito, na Iugoslávia, Kennedy, nos Estados Unidos, Nikita Kruchov, na antiga União Soviética, De Gaule, na França, Churchil, na Inglaterra, Nasser, no Egito, Salassié, e até mesmo Fidel Castro, entre outros.
Abaixo da linha do Equador, poderíamos dizer que não havia nenhuma figura de destaque mundial, e isso acabou motivando o então presidente Jânio Quadros, que usou e abusou do populismo para se destacar. Mas a sua curta carreira à frente do país, acabou ceifando os seus planos.
Depois de Jânio, tivemos o Parlamentarismo que culminou no militarismo, que durante duas décadas mandou no país. Não vamos aqui, falar desse período, até porque quem viveu essa época guarda lembranças que embora não devam ser esquecidas, podem perfeitamente ser deixadas de lado. Vamos falar de renovação. A Revolução de 1964 teve um desdobramento que poucas vezes é lembrado: ela acabou inibindo o apare-cimento de líderes, e as consequências ainda podem ser sentidas.
Quando falamos no assunto, podemos abrir o leque e chegarmos a outros segmentos, sejam eles na economia, na educação e na ciência. Citemos apenas alguns, nesses segmentos: Celso Furtado, Simonsen, Paulo Freire, Euríclides de Jesus Zerbini; no esporte, Didi, Pelé, Ademir da Guia, e tantos outros.
Quando precisamos de um profissional, fazemos um anúncio nos jornais ou na internet, e esperamos pelo currículo do interessado. E quando precisamos de líderes, o que fazemos? Quais são os verdadeiros líderes que temos no "mercado"? Não será surpresa se muitos leitores vierem contra o que estamos dizendo, e certamente citarão este ou aquele nome, cuja quantidade não chega a atingir o número de dedos que temos nas mãos. Escassez de talentos? Pode ser, mas não deixa de ser bastante preocupante.
Uma nação do nosso porte não pode ficar à míngua de talentos, sejam eles da área técnica, humana e, principalmente, política. Gente que possa, de fato, mostrar a nossa força, principalmente nos dias de hoje em que as grandes potências começam a abrir as suas portas e olhar de maneira diferente para as nações menos desenvolvidas.
Precisamos de líderes capazes de falar em igualdade, - respaldados política, econômica e culturalmente - com interlocutores de todas as nações. Infelizmente, perdemos essa condição, resultado de um período que castrou ideais e que resultou em uma política quase estéril. Mas, algo ainda pode ser feito. Os jovens que outro dia saíram às ruas precisam ter consciência disso, e ver a política com outros olhos. Essa renovação pode ter em seu âmago qualquer ideologia, só não vale trazer de volta os velhos vícios, tão nocivos para todos aqueles que ainda acreditam neste país.

*Vitor Sapienza é deputado estadual (PPS), ex-presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, economista e agente fiscal de rendas aposentado